quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Nave silente
e vela pendente.
Mares descrentes.

Um comentário:

S. J. disse...

Volte a escrever, mestre!
Como andas?

Estou em uma nova fase poética. Não escrevia poesia há vários anos. Aguardo uma visita no meu blog. Se observar algum erro de concordância, pode me falar. rs

Abraço.

Robson (Do Grêmio do Infinito)